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Nos dias atuais algumas palavras se apresentaram mais presentes no nosso cotidiano as quais posso citar: “golpe”, “crise” entre outros relacionados infelizmente com nossa realidade…

Enfrentamos, de fato, um momento de grande instabilidade tanto econômica quanto política em nosso país, fatores estes que acabaram afetando toda e qualquer empresa, qualquer profissional, no mercado de trabalho.

Muitos poderão se resignar ao fato de que a economia do país vai mal, e, portanto, é “normal” estarmos sentindo na pele a tal da “crise”. No entanto, humildemente irei discordar desta opinião, pois, em momentos de mares turbulentos devemos procurar nos aparelhar e nos preparar com a melhor estrutura possível para enfrentar o que tiver que ser.

As empresas que estavam bem organizadas no ponto de vista societário, administrativo, financeiro, bem como jurídico, sem sombra de dúvida alguma, estão na frente da maioria, e, portanto, mais preparadas para a instabilidade econômica atual.

Segundo estimativa realizada pelo Serasa Experian, 1,8 mil empresas pedirão recuperação até o fim do ano, maior valor desde 2005. De janeiro a março, os pedidos de falência cresceram 31,6%, em comparação com o mesmo período no ano passado.

Pergunto-lhe, quantas empresas destas mencionadas na pesquisa, você, caro leitor, acha que estavam estruturadas, devidamente resguardadas? Nenhuma? A minoria?

Fato é que quem se preocupa antecipadamente em analisar o seu negócio com cuidado, pensando em todas as consequências futuras, verificando as necessidades do mercado, observando os riscos no ponto de vista jurídico, estará com certeza mais preparado que seus concorrentes.

No ponto de vista jurídico, temos vários fatores que devem ser analisados, dentre os quais no tocante à tributação, rotina trabalhista, relações contratuais, relações de consumo e por aí em diante. Analisando todos estes fatores, verificando as fraquezas e riscos do empreendimento, juridicamente falando, a empresa passa agir de forma diferente e a estar mais segura.

Chegou o momento de refletirmos se queremos ser mais um no meio da multidão, ou àquele que se destaca e faz o diferente. É a hora de verificarmos o que não está dando certo e achar uma nova alternativa.

É o momento de reinvenção, de buscar o diferente.

 

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